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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Canto do boêmio à rainha negra





Chega a noite com seus negros olhos

Convidando-me a bailar sob estrelas,
Acendendo em meu peito a centelha
Da vida que se fazia silente.

Enamora-me esta rainha negra.
Que fremente invade meu ser
Traz em seu colo o colar d’estrelas
Qual faz minha tristeza fenecer.

Remexe-se com graça de deusa,
Em meio à harmonia suave
Cantada pela voz mansa do vento
Mesclada com o silenciar das aves.

Em seu fulgente peito remoço
Prostrado ante, majestosa luz.
Da perfeição tu és o bosquejo
És a egéria que meu cantar conduz.





Duque de Caxias, 18 de abril de 2011.

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